Distant Ship

Daniela Mercury

Atividades Académicas

Monumental Serenata

Local: Av. dos Aliados

Preço: Entrada gratuita

00:01h

D.A.M.A

The Gift

Atividades Académicas

Missa da Bênção das Pastas

Local: Av. dos Aliados

Preço: Entrada gratuita

11:01h

XVIII ECAP

Local: Aula Magna da Universidade Portucalense

Preço: Entrada gratuita

21:31h

Dengaz

Anthony B

Atividades Académicas

Dia da Beneficência

Local: Porto

Preço: Entrada gratuita

14:01h

Concerto Promenade

Local: Coliseu do Porto

Preço: 4,00€

21:01h

Banda Red

Quim Barreiros

Atividades Académicas

Cortejo Académico

Local: Baixa do Porto

Preço: Entrada gratuita

14:01h

B4 Los Compadres

Anselmo Ralph

Atividades Académicas

XVIII FITA

Local: Coliseu do Porto

Preço: 5,00€

20:01h

The Walks

Xutos e Pontapés

Atividades Académicas

Sarau Cultural

Local: Teatro Sá da Bandeira

Preço: Entrada gratuita

21:01h

Mike Hawkins

Blasterjaxx

Atividades Académicas

Baile de Gala

Local: BH Foz

Preço: 35€

20:01h

We Trust

James Arthur

Atividades Académicas

Rally Paper

Local: Grande Porto

Preço: 6,50€ p/carro 3,50€ p/participante

14:31h

Chá Dançante

Local: BH Foz

Preço: 25€

17:01h

Atividades Académicas

Garraiada

Local: Praça de Touros da Póvoa do Varzim

Preço: 3,50€ e 5,50 c/transporte

15:31h

Queimódromo

# Nome

História

A história da Queima das Fitas no Porto não é muito mais recente que a de Coimbra (que teve início em 1919) pois já em 1920, os finalistas de Medicina da Universidade do Porto faziam a então chamada "Festa da Pasta", que é considerada a origem da Queima das Fitas do Porto. A "Festa da Pasta" era um evento com um grande espírito académico e que comemorava a passagem da pasta dos estudantes que estavam a terminar o seu curso, os quintanistas, aos que entravam na recta final, os quartanistas. Juntamente com a passagem da pasta era imposto o grelo aos quartanistas. Ao longo dos anos a "Festa da Pasta" foi-se difundindo pelas diversas faculdades da Universidade do Porto, sendo que cada faculdade tinha a sua própria festa. As diversas "Festa da Pasta" realizaram-se ininterruptamente até 1943, ano a partir do qual passou a haver uma só para todas as faculdades. Nesse mesmo ano de 1943, começou-se a usar o nome de Queima das Fitas, paralelamente ao de "Festa da Pasta", tendo-se realizado no ano seguinte, em 1944, ainda integrado nestas comemorações, a primeira Missa da Benção das Pastas, na Igreja dos Clérigos. Em 1945, a expressão "Festa da Pasta" é abandonada totalmente e é a partir desta data que passa a existir a "Queima das Fitas do Porto", que resulta da já explicada evolução da "Festa da Pasta". Até 1971, de uma forma natural, a "Queima das Fitas do Porto" vai evoluindo. Em Coimbra a Queima realiza-se até em 1968, desaparecendo em 1969 no seguimento de todas as convulsões políticas de então. No Porto, a Queima das Fitas só se deixa de realizar a partir de 1971. Em 1978 a Queima das Fitas ressurge no Porto, com a designação de Mini-Queima e consistiu num cortejo, o que gerou alguma polémica e contestação em vários quadrantes da sociedade por considerarem que esta era uma iniciativa reaccionária. No ano seguinte, em 1979, foi feita uma tentativa mais alargada de organização da Queima das Fitas, tendo havido duas comissões organizadoras. No entanto, só uma delas teve sucesso. A partir daí a Queima das Fitas do Porto começou a tomar os moldes que actualmente conhecemos, com inúmeras actividades desde a Serenata, ao Cortejo, passando pelas Noites, concerto Promenade, Festival Ibérico de Tunas Académicas, Sarau Cultural, etc. Quanto às noites da Queima, passaram a ser no Palácio de Cristal, passando em 1998, e até aos dias de hoje, para o recinto da Antiga Feira Popular do Porto, junto ao Parque da Cidade e ao Edifício Transparente. Esta evolução ao longo dos últimos 20 anos fez com que a Queima das Fitas deixasse de ser uma festa restrita aos estudantes para passar a ser o maior evento da cidade do Porto e a maior festa Académica do País. Actualmente, a Queima das Fitas é organizada pela Federação Académica do Porto (FAP), e movimenta cerca de 350 000 pessoas, números estes só possíveis de atingir dada a diversidade de eventos produzidos, sendo prioridade da FAP não só na quantidade de eventos mas sobretudo a qualidade dos mesmos, havendo um esforço para proporcionar bons espectáculos, a preços muito acessíveis, a todos os estudantes. Assim sendo, podemos afirmar que este evento é como que uma retribuição à cidade do Porto e à Região por tudo aquilo que proporciona aos estudantes da Academia, nas suas mais variadas vertentes. Além disso, o ambiente académico vivido na semana da Queima é marca fundamental para o percurso de qualquer estudante da Academia do Porto.