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Queimódromo

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História

A história da Queima das Fitas no Porto remonta a 1920, à chamada "Festa da Pasta", organizada pelos finalistas de Medicina da Universidade do Porto. A "Festa da Pasta” era um evento com um grande espírito académico, que comemorava a passagem da pasta dos estudantes que estavam a terminar o seu curso, os quintanistas, aos que entravam na recta final, os quartanistas.
Ao longo dos anos a "Festa da Pasta” foi-se difundindo pelas diversas faculdades da Universidade do Porto, realizando-se ininterruptamente até 1943. Nesse ano, passou a haver uma única cerimónia só para todas as faculdades e adotou-se a designação "Queima das Fitas", em paralelo à "Festa da Pasta". Em 1944 realizou-se a primeira Missa da Benção das Pastas, na Igreja dos Clérigos e em 1945 a expressão "Festa da Pasta” é abandonada totalmente.
Até 1971, de uma forma natural, a "Queima das Fitas do Porto” vai evoluindo. No seguimento de todas as convulsões políticas de então, a Queima das Fitas do Porto deixa de se realizar a partir de 1971. Volta em 1978, com o nome de "Mini-Queima", e baseada num cortejo (o primeiro do que existe atualmente), e que foi visto como uma iniciativa reaccionária.
A partir daí a Queima das Fitas do Porto começou a tomar os moldes que actualmente conhecemos, incluindo Serenata, Cortejo, Noites da Queima, Concerto Promenade... fazendo com que a Queima das Fitas deixasse de ser uma festa restrita aos estudantes para passar a ser a segunda maior festa da cidade do Porto e a maior festa Académica do País.
Actualmente, a Queima das Fitas é uma organização da Federação Académica do Porto (FAP) e movimenta cerca de 350 mil estudantes, e um elevado número de pessoas afectas à Área Metropolitana do Porto. Nos dias de hoje, este evento é, acima de tudo, visto não só como uma celebração dos estudantes mas também como uma retribuição à cidade do Porto e à Região por tudo aquilo que proporciona aos estudantes da Academia, nas suas mais variadas vertentes.